ROBERTO PINHEIRO ACRUCHE PROCLAMADO INTELECTUAL DO ANO DE 2014.

ROBERTO PINHEIRO ACRUCHE PROCLAMADO INTELECTUAL DO ANO DE 2014.

A MINHA CAÇULINHA


A MINHA CAÇULINHA

Jalily Izabel de Almeida Acruche

Lilinha!

Que a paz lhe sorria

com a mesma beleza que seu sorriso é belo para mim.

Que as bênçãos divinas lhe abençoem

da mesma forma que me abençoou dando-me você.

Que o sol lhe aqueça

como você aquece o meu coração.

Que brilhem os seus caminhos

tal qual os seus olhos brilham diante dos meus.

Que o amor reine em sua vida

com a mesma intensidade que lhe amo.

Que o mundo lhe seja sempre lindo

como você é linda diante do meu olhar.

Que a sua fé seja tão forte

como forte é minha vontade de viver.

Que a felicidade nunca lhe deixe

assim como nunca deixei de ter esperança.

Que os anjos possam lhe cercar e lhe proteger

exatamente como peço a Deus que o faça.

Roberto P. Acruche

51º JOGOS FLORAIS DE NOVA FRIBURGO

Cada ano os Jogos Florais de Nova Friburgo são uma nova festa de ternura e sonhos.
São cinquenta e um anos consecutivos que a cidade friburguense se une, e inteira, aguarda a chegada dos trovadores, que vindo de todas as partes do Brasil e até do exterior, comparecem para a festa literária, de confraternização e cultura.
Em Nova Friburgo, as autoridades, empresários, industriais, comerciantes, de todas as parcelas de trabalho e, em especial, uma grande comunidade cultural e artística que se unem para realização dos Jogos Florais e recepcionar o trovadores visitantes com o maior carinho.
A UBT- União de Trovadores de Nova Friburgo, presidida pelo magnífico trovador Rodolpho Abbud, tendo como Vice-Presidente de Administração - Dilva Maria Moraes, Vice-Presidente de Finanças - Clenir Neves Ribeiro, Vice-Presidente de Relações Públicas - Elizabeth Souza Cruz, Vice Preseidente de Cultura - Joana D'Arc da Veiga, Secretária - Denise Cataldi e Assessor de Imprensa - Sérgio Bernado, fazem história, cultura, e com um trabalho incansável faz de Friburgo a cidade da Trova, da Poesia, da Arte e da Cultura.
A UBT Nacional - União Brasileira de Trovadores - a mais ramificada entidade literária do País, tem chegado a quase todos os Estados e a dezenas de cidades; tem se empenhado para que os Jogos Florais que atualmente são realizados em muitas delas, possa ser um exemplo, e Nova Friburgo é um deles, para que os Municípios que ainda não cultuam os Jogos Florais, possam adotá-los, pois certamente estarão construindo o alicerse e patrimônio cultural de sua gente.
Esse prazer nos renova,
afirmava sempre assim,
na batalha pela trova
Nádia "Gerreira" Huguenin.
Autor- Roberto Pinheiro Acruche.
(Esta trova homenageia a saudosa e verdadeiramente uma guerreira pela trova)
A Apresentação do Ballet foi um Show
O Teatro Municipal de Nova Friburgo ficou lotado para assistir

Desfile e eleição da Musa

Roberto Acruche, Maria Madalena Ferreira e Maria Tehereza (MAGÉ-RJ)

Na Praça dos Trovadores Roberto Acruche apresenta a Bandeira de São Francisco de Itabapoana-RJ

Roberto Acruche e Pedro Mello (São Paulo-SP)
Se a vida, em seus embaraços,
faz minha vida ser triste,
busco prazer em teus braços...
... e esqueço que a vida existe!
Pedro Mello-SP
Roberto Acruche (São Francisco de Itabapoana-RJ) na Cantina do Júlio Tozzoni, adornada por trovas, as mais belas poesias em quatro versos.
A Vida, além de um prazer,
é a chance que a gente tem
de, mais que apenas viver,
ser luz na vida de alguém.
AAde Assis-Maringá-PR
Otávio Venturrelle, Gilvan Carneiro, Dilva Maria de Moraes e Roberto Acruche
Neste mundo tão mesquinho,
é um prazer ouvir a voz
de quem faz o bem sozinho,
mas usa o pronome "Nós".
Vanda Fagundes Queiroz - Curitiba-PR

Roberto Acruche e Roosevelt Concy - Secretário de Cultura de Nova Friburgo
De compromissos te esquivas
mas é fácil de notar,
que o prazer do qual me privas
vive escrito em teu olhar...
Analice Feitosa de Lima - São Paulo-SP
Roberto Acruche com o estandarte da UBT de São Francisco de Itabapoana-RJ
Quem segue, apenas querendo
ver o porto de chegada,
nem sabe que está perdendo
o prazer de olhar a estrada!
Vanda Fagundes Queiroz-Curitiba-PR

Ruth Nacif ... Roberto Acruche e Maria Madalena Ferreira na solenidade de premiação.
Esse meu amor de outrora
que viví na mocidade,
é prazer que ainda mora
nos desejos da saudade.
Sebas Sundfeld- Tambaú-SP
As Musas dos Jogos Florais
As mentiras bem montadas
que medizes com prazer,
são algemas desgastadas
que eu teimo em não desprender!
Alba Cristina Campos Neto -São Paulo-SP
A Musa dos 51º Jogos Florais as Trovadoras Elizabeth Souza Cruz e Dilva Maria de Moraes e o Magnífico Trovador, Presidente da UBT-Nova Frburgo Rodolpho Abbud

Seu beijo me dá prazer,
me faz perder o juizo...
Eu nem preciso morrer
para entrar no paraiso!.
Istela Marina Gotelipe - Bandeirantes-PR





Roberto Acruche e a Premiadíssima Trovadora Wanda Paula Mourthé - Belo Horizonte-MG.

Desespero mais certeiro

neste mundo errado e torto,

é o coitado do coveiro

não ter onde cair morto...

João Paulo Ouverney - Pindamonhagaba=SP

BANDEIRA DE SÃOFRANCISCO DE ITABAPOANA É HASTEADA EM NOVA FRIBURGO

Durante os Jogos Florais de Nova Friburgo a Bandeira de São Francisco de Itabapoana foi hasteada na Praça dos Trovadores. Roberto Acruche - Delegado da UBT - União Brasileira de Trovadores em São Francisco tendo ao seu lado as Trovadoras Wanda de Paula Mourthé, Joana D'arc, Madalena Ferreira; os Trovadores Sérgio Bernardo e Gilvan Carneiro da Silva, faz a apresentação do Pavilhão Sanfranciscano. (estarei fazendo em breve postagem completa a respeito dos 51º Jogos Florais de Friburgo, realizado com grande sucesso).

JOGOS FLORAIS DE NOVA FRIBURGO

Eduardo Toledo- Presidente Nacional da UBT- Roossevelt Concy - Secretário de Cultura de Nova Friburgo e Roberto Acruche.


Desfile dos Trovadores

Roberto Acruche e Helizabeth Souza Cruz - Trovadora e uma das organizadoras do Jogos Florais de Nova Friburgo.
Nova Friburgo, a Cidade da Trova, realiza nos dias 21; 22 e 23 de maio, mais uma versão dos Jogos Florais. São cinquenta e um anos consecutivos, promovendo esse evento trovadoresco, reunindo Trovadores de todo País. A iniciativa de Luiz Otávio e J. G. de Araujo Jorge, uma das mais importantes manifestações literárias do Brasil, sob a égide da UBT-União Brasileira de Trovadores. Mais uma vez, para minha satisfação pessoal, elevação espiritual, esterei participando desse momento mágico, oportunidade que também estarei representando o meu querido município de São Francisco de Itabapoana-RJ.

LÁGRIMAS DE SAUDADE


LÁGRIMAS DE SAUDADE

Em homenagem ao “Seu Lauro”

Enxadeiro, trabalhador,

que capinava as terras do meu pai.



Pega na inxada fio!

Fio home tem qui se trabaiadô!

Ocê já tá cum dez ano,

Já precisa trabaiá,

di modo seu pai judá

criá os fios menó.

Oia só...

Seusirmão...

Antonho cum quasi nove ano,

Margarida cum oito,

Chiquinho cum seti,

Parmiro vai fazê seis,

Isaura tá quasí cum cinco,

Manezinho vai pra quato,

Porcina tá quasi cum dois;

E dispois, ta inté chegando

mais unzinho.

Quando ôcê mais crecê

vai tomá conta do roçado

qui fica daquele lado

pras banda du norte.

E si tivé sorte

vai morá cum uma cabocla

qui já inté sabi faze sopa

di modo ocê jantá.

Mas meu fio...

Vô ti falá; aprêndi rezá

pra ocê firmá trato cum nosso Sinhô,

si não os marvado

vão ti botá olhado.

Lembro quando eu era mínino piqueno

iguarzinho a ocê,

qui meu pai foi mi benzê

pra mi protegê,

lá na igreja du seu padre.

São Jorge mi deu vigilânça

e eu desdi criança

trabaio... trabaio... trabaio...

Fiz nossa cazinha de paia

mas nun atrapaia nos vivê.

Só quero tudinho fazê

pra quando morrê

do Sinhô recebê

as chave do céu.

Vô ficá perto da lua

ondí São Joge já mora;

mermo imbora

a lua tem hora

num sei purquê

num dexa a gente vê

São Joge.

Quandu eu tivé lá em cima

oiando aqui pra baxo,

acho, que vô chorá de sardade;

i minha lágrima vai se tanta

que vai molhá as planta

dí modo ela crescê.

Ocê vai vê.

Roberto Pinheiro Acruche

ESCRAVIDÃO


ESCRAVIDÃO


Escravidão!... Escravidão!...

Só no pronunciar da palavra

a gente sente a tristeza

do tempo que a nobreza

fazia do ser humano um escravo!

Sujeito a um senhor

qual fosse a situação,

não tinha outro, si não,

o sentimento de dor.

Não eram diferentes...

Somente na cor.

Seres humanos, tratados com desumanidade,

sem dó e sem piedade e por pura maldade

acorrentados, pelos desencantos da vida.

Vida!... Que vida?

Escravo não tinha vida!

Tinha prisão,

tinha obrigação.

Era trabalhar... Trabalhar...

Para o bem do seu senhor!

Que mesmo servido,

não importava com os gemidos

do negro sofrido

cansado... dormindo no chão,

sem pano e sem pão.

Escravidão!... Escravidão!...

Negro era bicho...

Tratado como lixo

apanhava por capricho

do coronel ou capitão;

que mesmo com razão

não lhe davam nenhum direito,

a qualquer reclamação.

Ultrajados, despidos de liberdade,

violentados, chicoteados,

marcados a ferro e brasa,

assassinados...

Os pobres coitados,

barbaramente sacrificados,

eram comercializados, trocados...

traficados...

Não tinham outra perspectiva

a não ser o sofrimento,

a inclemência do trabalho.

Fugir era a única saída...

Saída!...Que saída?

Sua trilha era perseguida

sem defesa e sem comida

arrastando-se pelas florestas,

capões e capoeiras...

Embrenhando-se no inferno dos matagais.

Escravidão!... Escravidão!...

Será que existe perdão?

Escravidão!

Por Deus... Nunca mais!

Roberto P. Acruche

INCOMPARÁVEIS DIAS

INCOMPARÁVEIS DIAS

Imperturbáveis foram os dias

De paixão e amor desmedido

Que rasgamos nossas fantasias

Num encontro de ternura vivido.

A imensidão daqueles momentos

De aspiração e sonhos realizados

Avivam nos meus pensamentos.

São a todos os instantes lembrados.

Ocasião incomparável, agora saudade!

Dos delíquios arrebatadores

Convividos com tanta intensidade

A imagem da mulher atraente

Dos aconchegos, fascinante, envolvente...

Verdadeiro encontro com a felicidade...

Roberto Pinheiro Acruche


OBRA DE ROBERTO ACRUCHE E PUBLICADA NA INDONÉSIA

A informática nos aproxima de todas as partes do mundo e o mundo de nós! Emociona saber que alguns de nossos trabalhos rompem distâncias e passam a ser conhecidos por povos, que jamais imaginávamos que podiam se interessar por eles.

MARI


MARI

Quando caminhávamos

de mãos unidas

pelas ruas e enamorados

éramos dois corações apaixonados,

ainda sem conhecermos, as volúpias do amor!

Beijamo-nos, e foi o primeiro beijo,

talvez o primeiro desejo

insinuando tantos outros.

Como foi doce e gostoso!

Ela tinha mel nos lábios

Açúcar em sua boca.

Mas ainda não conhecíamos as volúpias loucas do amor!

Abraçávamos...

E como eram bons os nossos abraços!

Sentia o seu corpo ainda de menina...

Às vezes trêmula de emoção,

as batidas de seu coração,

os suspiros, demonstrando seus primeiros desejos,

que acabavam sufocados pelos beijos,

cada vez mais doces e prolongados.

Éramos assim:

cheios de ternura,

apaixonados, enamorados!

Ainda não havíamos descoberto as volúpias loucas do amor!

Trocávamos carinhos...

Ela carinhosamente

delicada e suavemente

tocava-me o peito

com as pontinhas dos dedos.

Prazerosamente deixava que continuasse

a descobrir o meu corpo.

Quis retribuir o gesto,

mas confesso:

Com medo que viesse a rejeitar

abracei-lhe pra disfarçar meu desejo

e mais uma vez o beijo

sufocou os nossos primeiros anseios.

Começávamos a descobrir as volúpias loucas do amor!

Em nova troca de carinhos

toquei seus seios devagarzinho

deixando-a sentir minhas mãos

cobrir o seu peito.

Olhou-me, com um olhar mais aberto,

talvez assustado, espantado,

e diante de nossos olhares trocados

deu um sorriso leve,

com os lábios trêmulos;

fechou os olhos, cingiu-me em seus braços,

beijou-me com ternura

entrelaçamo-nos em abraços

confiou-me o seu sonho

com o rosto risonho...

E nos entregamos conscientemente

sentindo um agradável encanto

que nos trouxe à tona o sabor...

de descobrimos juntos...

As volúpias loucas do amor!

Roberto Pinheiro Acruche

BUSCA


BUSCA

Quisera confessar as tantas coisas que me habitam, tornar visível todos os pressentimentos meus, desafogar-me dos sentimentos imprudentes, descobrir uma serenidade divina

e livrar-me do desconhecido que me incomoda.

Cruzei por pontes de todas as estações em busca de um momento que revelasse o que sou, o que me embriaga, me assusta e me satisfaz.

Perdi-me pelos corredores da vida,

Deixei que me levasse de vencida...

Grito por um sorriso e enxugo as lágrimas

dissipando a tormenta das dúvidas.

Amparo-me nos sonhos, nas ilusões

e as minhas esquivanças, são extraídas das lembranças que despertam e reconstroem

as adormecidas esperanças.

Roberto Pinheiro Acruche

AMOR MAIOR


AMOR MAIOR

Amor maior que habita em minh’alma
santos são Teu caminho e Tua verdade,
livra-me do mal e salve a minh’alma,
perene seja a Tua glória e vontade.


Tu és o alimento santo de todos os dias,
o perdão do pecado original,
o vinho que sacia a minha sede,

o meu escudo contra todo o mal.

Provoque-me e tente-me com a Tua palavra, que esta tentação esteja sempre em mim,

não deixe o destino me apartar de Ti...


Que eu não ofenda e nem seja ofendido

que em cada ser encontre um amigo,

não sinta ódio por ninguém;

e que assim seja consecutivamente...

Amém!

Roberto Pinheiro Acruche

AMOR ETERNO




AMOR ETERNO

Foram tantas, as juras que trocamos,
com suaves palavras e verdade,
que firmados nesta sinceridade...
Em nosso caminho continuamos!

Os cruzamentos e nossos enganos,
cada tropeço e adversidade,
fizeram de nossas juras, saudade...
Nada mais restando do que sonhamos.

Temendo submergir na memória,
os lindos momentos de nossa história...
Guardei-os, escritos, neste caderno...

E ao relê-lo, o que faço lentamente,
com os olhos molhados e um tanto ardente,
jurando-te o meu amor eterno.

Roberto P. Acruche

A NOSSA CASINHA


A NOSSA CASINHA

Diga, por que isso agora?
Se durante tanto tempo estivemos unidos
nos amamos, fomos amigos
tão queridos;
se trocamos juras, paixão,
ternura, carinho e emoção...
Por que isso agora?...
Se antes fora tão linda a nossa união!
Deixa-me entrar nesta casinha
que é tua, eu sei,
mas que também é minha.
Deixa-me senti-la de novo,
cheirar o teu cheiro, teu cheiro gostoso.
Deixa-me invadi-la, penetrá-la, não mais resisto, insisto...
Deixa que eu mexa e remexa como tanto fiz.
Foram tantas as intimidades, já não resisto à saudade...
Deixa que eu faça e desfaça,
como tanto pedira para que fizesse.
Deixa-me entrar nesta casinha, formosa, gostosa, mesmo sendo apertadinha,
que é tua eu sei, mas que também é minha.
Deixa-me entrar agora, sem demora, já faz horas que te peço...
Não me deixe aqui, assim, de fora...
Se ainda não está arrumada, se está molhada, que importa?
Abra a porta, vai ser bom, me conforta...
Deixa-me entrar nesta casinha, que é tua, eu sei, mas que também, foi sempre minha!

Roberto P. Acruche

Quem Sou eu

Eu sou um caso,
um ocaso!
Eu sou um ser,
sem saber quem ser!
Eu sou uma esperança,
sem forças!
Eu sou energia,
ora cansada!
Eu sou um velho,
ora criança!
Eu sou um moço,
ora velho!
Eu sou uma luz,
ora apagada!
Eu sou tudo,
não sou nada!
Roberto P. Acruche

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