TEXTO DO REQUERIMENTO Nº 152/92 DE AUTORIA DO VEREADOR EDENITES DA SILVA VIANA.

EXMO. SR. PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO JOÃO DA BARRA-RJ


O vereador abaixo assinado, no uso de suas atribuições, vem por
intermédio de V. Exa., apresentar para exame, discussão e votação neste Plenário o incluso Projeto de RESOLUÇÃO Nº 08/93 que denomina de "MELINDA PINHEIRO ACRUCHE" a antiga Rua da Ráia, que começa na Rua Joaquim da Mota Sobrinho em São Francisco de Itabapoana 2º Distrito deste Município.


Sala das Sessões 29 de março de 1993.
Edenites da Silva Viana - VEREADOR.

JUSTIFICATIVA

MELINDA PINHEIRO ACRUCHE foi em vida uma boa espôsa,mãe, avó, foi especialmente junto ao seu esposo uma das primeiras comerciantes de S. Francisco de Paula que, muito trabalhou para o desenvolvimento daquela região. Constantemente ajudava aos mais carentes como se fosse uma assistente social, levando carinho, remédios e alimentos aos mais necessitados.
Com o seu falecimento não só ficou órfão seus filhos, mas também parte da comunidade carente 
daquela região, portanto nada mais justo que prestarmos esta singela homenagem a extinta senhora Melinda Pinheiro Acruche.

..........
ESTÁ NOS MEUS ARQUIVOS, CÓPIA DESTA RESOLUÇÃO, QUE ACHEI POR BEM PUBLICÁ-LA
NÃO SOMENTE POR GRATIDÃO PERMANENTE AO SAUDOSO VEREADOR, QUE CONHECIA DE PERTO ÀS AÇÕES DE "D. LINDA" COMO ERA MAIS CONHECIDA, DE UM ENORME CORAÇÃO, QUE NÃO DEIXAVA DE ESTENDER AS MÃOS E ACOLHER AQUELES QUE PRECISAVAM DE APOIO. COMPORTANDO-SE COMO SE FOSSE MÃE ADOTIVA DE ALGUNS; FOI MADRINHA DE DEZENAS DE ACRIANÇAS. OUTRA RAZÃO DE FAZER ESTA PUBLICAÇÃO É QUE NESSE 27 DE DEZEMBRO DE 2018, DATA DO SEU NASCIMENTO COMEÇAMOS A CONTAGEM DOS DIAS PARA COMEMORARMOS A DATA DO SEU CENTENÁRIO.
SAUDADES ETERNAS DA MINHA SAUDOSA MÃE; MÃE DE BONDADE, FRATERNIDADE E AMOR

MÁRIO DA TAGARELA


MÁRIO da TAGARELA

Um SER carente, sofrido, desprotegido...coitado!
Sem defesa, e sem quem o acoberte!
Seus ouvidos zumbem
Sibilam o dia inteiro,
É um som enlouquecedor, para o qual,
Não existe remédio e nem doutor.

A Tagarela não alivia;
Com ou sem pretexto,
Ininterruptamente,
Agride com a sua falação,
A mente, o juízo, a ponderação;
Fazendo ferver os miolos do Desamparado Mário,
Seja noite ou dia.

O Mário preferiria
Um empurrão, um chega pra lá,
Tapa, soco ou ponta pé.
A dor, logo passaria!
O crânio não zumbiria
Enlouquecedoramente
Vinte e quatro horas por dia.

O Mário chegou a pensar
Do mesmo jeito revidar
Se assim fosse, compensaria
Ficavam elas por elas...

Mas, tem a lei Maria ...
Que logo o condenaria!

Quantos sofredores
Estarão vivendo horrores
Verdadeiro inferno
Com os miolos explodindo
Estourando
Se escabelando
Com o peso da tortura.

É a mais terrível das violências!

Entretanto, enquanto algo
Não seja feito em defesa
Desses homens vítimas...


Estes estarão vivendo na esparrela!

É preciso que venha logo

A Lei... MÁRIO DA TAGARELA!

                    Roberto Pinheiro Acruche


Quem Sou eu

Eu sou um caso,
um ocaso!
Eu sou um ser,
sem saber quem ser!
Eu sou uma esperança,
sem forças!
Eu sou energia,
ora cansada!
Eu sou um velho,
ora criança!
Eu sou um moço,
ora velho!
Eu sou uma luz,
ora apagada!
Eu sou tudo,
não sou nada!
Roberto P. Acruche

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