ROBERTO PINHEIRO ACRUCHE PROCLAMADO INTELECTUAL DO ANO DE 2014.

ROBERTO PINHEIRO ACRUCHE PROCLAMADO INTELECTUAL DO ANO DE 2014.

MINHA CIDADE AMADA
                            Roberto Pinheiro Acruche
Não foram poucas as vezes que participando de congressos, seminários, encontros literários e outros eventos culturais, mesmo aqueles que aconteceram dentro do Estado, que me deparei com pessoas dizendo desconhecer o meu Município e curiosamente perguntavam: - Onde fica São Francisco de Itabapoana? Outros queriam saber mais; indagavam sobre a cultura, a economia, a população, os aspectos – desde o clima aos demais aspectos físicos do território. Não me constrangia pelo fato do desconhecimento, de não saberem da sua existência, mesmo quando este partia de uma autoridade constituída; ao contrário, me empolgava porque surgia daí a oportunidade para falar da minha terra; e orgulhosamente propagar a sua grandeza, a sua história, a sua vocação, a altivez de sua gente e o coração forte do sertanejo, aquele que plantou, resistiu todas as intempéries e construiu a base para a sua emancipação. E começava dizendo: São Francisco de Itabapoana fica no norte do Estado do Rio de Janeiro, na divisa com o Estado do Espírito Santo. A minha terra faz parte de importante momento da história do Brasil, a iniciar pelo processo de colonização; foi palco de instalação da Capitania de São Thomé; e no ano de 1538 foi fincada a sua sede nas proximidades do Rio Managé, hoje denominado de Rio Itabapoana onde Pero de Góis instalou a Vila da Rainha, o primeiro núcleo habitacional; edificando uma capela, moradas, casas de colonos, e após, vasta plantação de canas de açúcar seguida da construção de engenhos para a sua industrialização. Assim o Município ostenta o título de pioneiro regional, onde se iniciou todo o movimento de colonização e ocupação da região norte e noroeste fluminense, onde se plantou as primeiras canas de açúcar no Estado; lugar em que foi construído o primeiro engenho e iniciada a indústria açucareira regional; onde foram criados os primeiros bovinos; transitaram os primeiros carros de bois, que tiveram um papel extremamente importante em todas as transformações, assim como foi no Brasil, durante séculos utilizados para o transporte de madeiras, produtos da terra, na construção de engenhos, vilas, no estabelecimento dos primeiros domínios rurais, na exploração das riquezas florestais, no transporte da riqueza econômica, senão até, em toda a nossa evolução social. Com mil cento e dezessete quilômetros quadrados de extensão territorial, magníficas praias, comprovadamente de águas de elevado índice medicinal, que vão desde a histórica Ilha da Convivência na foz do Rio Paraíba do Sul até a foz do Rio Itabapoana, sendo o mais extenso litoral da região. A sua extraordinária flora (onde inclusive está situada a maior reserva de mata atlântica de tabuleiro do Estado) está sempre surpreendendo com a descoberta de novas e raras espécies, tal qual a fauna, rica, com um conjunto de naturezas bastante característico com o seu meio ambiente, constituído de mar, rios, inúmeras lagoas, magnífico manguezal (bastante preservado, medindo duzentos quilômetros quadrados de extensão), matas, vasta planície e a sua maior elevação o Morro do Mico com duzentos e quatro metros de altitude. A economia é diversificada, formada pela pecuária leiteira e de corte; pesca; mineração de areias raras (de onde é extraída a ilmenita, zirconita, rutilo e monazita); o turismo vem se constituindo num seguimento importante no contexto; o comércio se expande aceleradamente; pequenas unidades de produção são frequentemente instaladas; e principalmente a agricultura, esta, bastante significativa e variada; além da modernização, de novas técnicas de plantio que vão sendo adotadas, mantém ainda por meio de alguns agricultores, aspectos tradicionais herdados da determinação e coragem dos seus ascendentes, valorosos e destemidos sertanejos. A cultura municipal é advinda da tradição indígena, dos índios goitacás, seus primeiros habitantes; tem ainda fortes laços e inspiração com modelos típicos da África negra, entre os quais a dança do jongo, uma das mais ricas manifestações da cultura afro-brasileira. Originário dos batuques e danças de roda trazidos do Congo e de Angola pelos negros cativos, dos quais nasceram e vivem no município muitos descendentes. Outros costumes, crenças, lendas, contos e conhecimentos, advindos dos seguimentos citados, vieram do mesmo modo dos colonizadores como exemplo: a Folia de Reis uma festa religiosa de suas origens e as Quadrilhas Juninas de origem européia também trazida pelos portugueses; e mais tarde outros europeus e imigrantes libaneses que instituíram uma expressiva colônia, formada por várias famílias que se enraizaram por toda região, sendo as mais conhecidas: Abílio, Mansur, Acruche, Rachid, Nasser, Alexim, Cherene, Gantos, Simões e Mayiehofer.
As tradições sanfranciscana, as pessoas que contribuíram dando de si em favor da municipalidade, as figuras ilustres e outras que repousam em seus berços eternos, construíram uma história bonita, que proporciona orgulho e envaidece; cheia de lembranças e de saudades.
“Em suas noites estreladas os violeiros tocando, poetas fazendo versos, repentistas desafiando; os bailes de sanfona, quanta alegria, que festa, o pandeirista e o sanfoneiro formando a grande orquestra; os cordões carnavalescos a rivalidade entre eles, a dança da Mana Chica; os navios no porto do Itabapoana, a feira de Gargaú, a fábrica Tipity e tantas outras... São inesquecíveis!”
Minha terra tem vocação pela grandeza, sua beleza a de sempre resplandecer; suas praias; seus campos; sua floração colorida; a sua gente hospitaleira e trabalhadora, com criatividade e espontaneidade natural não param de buscar o progresso; minha terra, cada dia que passa fica mais bela, as crianças nas escolas, a educação evoluindo, a juventude mais culta, o povo mais feliz.
Seu pioneirismo não está somente no passado, mais ainda nos dias atuais, passou a ostentar recentemente a instalação em seu território do primeiro parque de geração de energia eólica do sudeste do Brasil.

Esta é a minha Cidade Amada, São Francisco de Itabapoana, onde o sol brilha mais o ano inteiro, estrela de grandeza reluzente do Estado do Rio de Janeiro.

ROBERTO PINHEIRO ACRUCHE É HOMENAGEADO COM A MEDALHA "CAPITÃO MANOEL THEODORO DE ALMEIDA BATISTA

O escritor, historiador, acadêmico, delegado da UBT e presidente da Academia Pedralva Letras e Artes, ROBERTO PINHEIRO ACRUCHE,, de São Francisco de Itabapoana-RJ, recebeu da ASSOCIAÇÃO DOS EX-COMBATENTES DO BRASIL, neste 07/09/2016, DIPLOMA e a honrosa e cobiçada MEDALHA, "CAPITÃO MANOEL THEODORO DE ALMEIDA BATISTA" (heroi nacional), por relevantes serviços prestados...Homegem que ficará marcada eternamente em sua vida.


ESCRITOR SANFRANCISCANO FAZENDO SUCESSO EM TODO BRASIL.
Bruna Santos
Bscvdesign
Parabéns Roberto Pinheiro Acruche pelo lindo conto que te prestigiou no Rio de Janeiro e no brasil, muito lindo !!


A lenda da Bailarina Ana
Autor: Bruna Santos C. Mattos
Orientador: Jofre da Silva
Projeto fotográfico baseado na lenda da Bailarina Ana, de Roberto Pinheiro Acruche, realizado na Floresta da Tijuca, Rio de Janeiro.
Modelo: Fernanda Monteiro
O projeto:
Como o ponto inicial do projeto é mostrar o lado místico da Floresta, foram pesquisados textos e lendas para embasá-lo. Até que a lenda “A lenda da Bailarina Ana” fosse a escolhida para basear o ensaio, em conjunto com a trova de mesmo nome que a resume.
Esta lenda representa bem o tema proposto, da magia e misticismo, por trabalhar tanto com o lado delicado do balé clássico, quanto o lado fantasmagórico, como se a bailarina nunca tivesse abandonado a floresta, mesmo após a morte.
Resumo da lenda:
Segunda a lenda de Roberto Pinheiro Acruche, Ana era uma menina do interior, que morava em uma fazenda com uma grande floresta em seus arredores, que não teve nenhuma formação no balé clássico, porém se tornou uma bailarina famosa. Com apenas os treinamentos solitários pela floresta, ela realizava os movimento do balé com delicadeza e perfeição de todas as técnicas que nunca estudou. Sua habilidade despertou a inveja das outras bailarinas que estudaram por anos e não conseguiram a fama que Ana possuía. Um dia Ana foi treinar na floresta, seu local preferido, mas nunca retornou. Como medida desesperada, seus pais mandaram derrubar todas as árvores para encontrar a filha, ficando
assim um imenso descampado por muitos anos. Até que, depois de muito tempo, nasceu na floresta uma árvore com o formato de uma bailarina executando um dos passos do balé clássico, o que era a maneira da floresta eternizá-la.
Autor da lenda: http://robertoacruche.blogspot.com.br/…/lenda-da-bailarina-…

Especificações:
O projeto fotográfico consiste em 20 fotografias da bailarina pela floresta, onde, na exposição, cada fotografia é coberta com papel vegetal, formando uma aba a ser levantada, como uma capa translúcida que foi impressa com um trecho da trova relacionado à foto. Todas as fotografias, com suas respectivas abas, devemser penduradas com barbante, seguindo a ordem da canção. Essa "capa" garantirá a narrativa e
guiará o expectador, além de criar um mistério, cobrindo parcialmente a fotografia. Assim, o público terá que chegar perto, ler o trecho da música referente à lenda, levantar a aba de papel vegetal e só depois analisar a foto. Um processo que criará um ar místico, misterioso e induzirá o expectador a desvendar a foto, A lenda da bailarina Ana.
A chuva caia fina e persistente, era uma tarde de sábado em plena primavera; o clima era agradável; e pela vidraça da janela avistava-se…
ROBERTOACRUCHE.BLOGSPOT.COM
ESCRITOR SANFRANCISCANO FAZENDO SUCESSO EM TODO BRASIL.
Bruna Santos
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Parabéns Roberto Pinheiro Acruche pelo lindo conto que te prestigiou no Rio de Janeiro e no Brasil, muito lindo !!

 Bruna Santos C. Mattos
Orientador: Jofre da Silva
Projeto fotográfico baseado na lenda da Bailarina Ana, de Roberto Pinheiro Acruche, realizado na Floresta da Tijuca, Rio de Janeiro.
Modelo: Fernanda Monteiro
O projeto:
Como o ponto inicial do projeto é mostrar o lado místico da Floresta, foram pesquisados textos e lendas para embasá-lo. Até que a lenda “A lenda da Bailarina Ana” fosse a escolhida para basear o ensaio, em conjunto com a trova de mesmo nome que a resume.
Esta lenda representa bem o tema proposto, da magia e misticismo, por trabalhar tanto com o lado delicado do balé clássico, quanto o lado fantasmagórico, como se a bailarina nunca tivesse abandonado a floresta, mesmo após a morte.
Resumo da lenda:
Segunda a lenda de Roberto Pinheiro Acruche, Ana era uma menina do interior, que morava em uma fazenda com uma grande floresta em seus arredores, que não teve nenhuma formação no balé clássico, porém se tornou uma bailarina famosa. Com apenas os treinamentos solitários pela floresta, ela realizava os movimento do balé com delicadeza e perfeição de todas as técnicas que nunca estudou. Sua habilidade despertou a inveja das outras bailarinas que estudaram por anos e não conseguiram a fama que Ana possuía. Um dia Ana foi treinar na floresta, seu local preferido, mas nunca retornou. Como medida desesperada, seus pais mandaram derrubar todas as árvores para encontrar a filha, ficando
assim um imenso descampado por muitos anos. Até que, depois de muito tempo, nasceu na floresta uma árvore com o formato de uma bailarina executando um dos passos do balé clássico, o que era a maneira da floresta eternizá-la.
Autor da lenda: 
Especificações:
O projeto fotográfico consiste em 20 fotografias da bailarina pela floresta, onde, na exposição, cada fotografia é coberta com papel vegetal, formando uma aba a ser levantada, como uma capa translúcida que foi impressa com um trecho da trova relacionado à foto. Todas as fotografias, com suas respectivas abas, devemser penduradas com barbante, seguindo a ordem da canção. Essa "capa" garantirá a narrativa e
guiará o expectador, além de criar um mistério, cobrindo parcialmente a fotografia. Assim, o público terá que chegar perto, ler o trecho da música referente à lenda, levantar a aba de papel vegetal e só depois analisar a foto. Um processo que criará um ar místico, misterioso e induzirá o expectador a desvendar a foto, A lenda da bailarina Ana.

Bruna Santos
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NO CIEP 470 - LITERATURA E MEIO AMBIENTE

O convite para participar deste projeto, proporcionou-me na manhã do dia 11/07/2016, momentos de extrema alegria! Deixando-me lisonjeado, honrado, feliz e muitíssimo grato. Pois, fazer palestra para a nossa juventude, relatar a nossa história, a história de nossa terra São Francisco de Itabapoana e ainda ouvir esses jovens declamando a nossa poesia, cantar o hino oficial do Município, foi emocionante. Agradeço a Direção do CIEP 470, professores, o Diretor de Cultura Edson Martins, a todos que compõe o quadro de servidores na Biblioteca da Escola.

Com os responsáveis pela biblioteca, momento que a presenteava com um livro de poesias.
Ouvir os alunos cantando o Hino Oficial do Município, foi um momento de muita emoção!
Um belo presente do aluno IURY, artista nato, que fez a minha caricatura. Emocionante!
Com a professora de português!
DURANTE A PALESTRA
QUANDO ENTREGAVA A UMA ALUNA O LIVRO QUE CONTA A HISTÓRIA DA CONSTRUÇÃO DA IGREJA DE SÃO FRANCISCO DE PAULA E DO PADROEIRO.

Escritor e poeta Roberto Acruche com alunos do Ciep que cantaram o hino oficial de São Francisco de Itabapoana de autoria do escritor!



 Encantador - as estrofes do Hino Oficial do Município em cada uma das mudas expostas sobre a mesa.
 Autografando a antologia para a Biblioteca do CIEP
Na entrada da Biblioteca as árvores desenhadas na vitrine sustentando as estrofes do Hino Oficial de São Francisco de \Itabapoana.  (foi de arrepiar)
Alunos que declamaram minha poesia.

PEDRALVA 69 ANOS

Acadêmico Roberto Pinheiro Acruche, presidente da Academia Pedralva Letras e Artes com o Acadêmico Ronaldo Junior.

A academia, que completa mais um ano em atividade, persiste na luta por manter viva a chama das letras e artes, norteados pelo legado deixado por seus fundadores, desde 20 de fevereiro de 1947.

A Pedralva  já se prepara para a Bienal do Livro de Campos dos Goytacazes que será realizada no mês de agosto. Uma programação extensa foi elaborada com muitas novidades, palestras, lançamento de livros, exposições, debates, etc.

TROVAS PRA QUEM AMA

TROVAS PRA QUEM AMA

Teu semblante é primavera,
são versos encantadores,
é o fim de uma longa espera,
um lindo leque de flores.
     Roberto Pinheiro Acruche

A casa que não tem flores,
não tem o adorno do amor!
Nem os sons acolhedores
de um amor abrasador.
    Roberto Pinheiro Acruche

Encoste o teu peito ao meu
e sinta com que emoção,
meu coração junto ao teu
é uma explosão de paixão!
    Roberto Pinheiro Acruche


Quisera ornar teus cabelos
com flores do campo, Amor,
com os mais belos modelos
que a natureza dispor.
Roberto Pinheiro Acruche


Amar é passar com ela
entre rosas, blue, jasmim,
cravo, tulipa amarela,
espalhadas no jardim.
Roberto Pinheiro Acruche

Na loucura que me vejo,
que meu desejo domina,
faz-me sonhar com um beijo
em sua boca...divina!
  Roberto Pinheiro Acruche

As covinhas do teu rosto
tão lindas quando sorria,
causavam-me tanto gosto,
quanto, tua pele macia!
    Roberto Pinheiro Acruche

Amor! Invejam-te as rosas
por bucólica razão:
Não terem mãos carinhosas,
teus olhos...teu coração!

   Roberto Pinheiro Acruche

ROBERTO ACRUCHE PARTICIPA DO II SEMINÁRIO DE ERRADICAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL

 Com os talentosos jovens premiados no concurso de arte.

Roberto Pinheiro Acruche participa do II SEMINÁRIO DE ERRADICAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL em São Francisco de Itabapoana-RJ - representa o Chefe do Executivo Municipal, e na oportunidade faz pronunciamento em apoio ao trabalho, se solidariza e parabeniza a todos que estão empenhados nessa importante tarefa.

O TALENTOSO "GRUPO GOTTA" FAZ APRESENTAÇÃO NA ACADEMIA PEDRALVA LETRAS E ARTES E HOMENAGEIA O PRESIDENTE ROBERTO PINHEIRO ACRUCHE

Estes dois jovens, que integram o talentoso "GRUPO GOTTA" magnífico trabalho da professora Ana Lucia Souza, em espetacular e maravilhosa participação realizada hoje, dia 18/06/2016, na Academia Pedralva Letras e Artes, declamaram duas poesias de minha autoria; homenagem que deixou-me honrado, gratificado e emocionado; aos mesmos, dois artistas de extraordinária performance, e a professora Ana Lucia, a minha eterna gratidão.


 Momento que declamavam!





 Professora Ana Lucia Souza - Coordenadora do Grupo
 Professora Ana Lucia Souza recebendo a Medalha dos 69 anos da Academia Pedralva Letras e Artes


PADRE LUCAS MENDES É HOMENAGEADO PELO CSCL

Depois de ser condecorado em
maio, em uma das categorias da décima segunda edição do "Melhores do Ano de 2015 do Estado do Rio", Padre Lucas Mendes recebeu na Santa Missa da noite deste domingo uma medalha do Congresso da Sociedade de Cultura Latina - Seção Brasil do Estado do Rio de Janeiro. 

O senador da cultura do Estado, Agostinho da Conceição Rodrigues Filho, estava presente na Santa Missa e destacou a felicidade dele em premiar nosso pároco. 

A indicação para que padre Lucas recebesse a medalha foi feita por Roberto Acruche. Ele destacou o empenho de nosso pároco em aproximar a Igreja Católica de outras denominações cristãs, "através de um trabalho sócio-cultural".

PADRE LUCAS MENDES 


SUPLENTE DE SENADOR PELO CSCL -RJ - ASSESSOR DA SENADORIA PELO CSCL E AGOSTINHO RODRIGUES SENADOR DA CULTURA PELO CSCL NOS MOMENTOS QUE ANTECEDERAM AS HOMENAGENS AO PADRE LUCAS MENDES.

MOMENTO EM QUE O PROFESSOR CARLOS AUGUSTO SOUTE DE ALENCAR E O SENADOR DA CULTURA NO RJ PELO CSCL FAZIA A ENTREGA DO DIPLOMA

ROBERTO PINHEIRO ACRUCHE FAZENDO A ENTREGA DA MEDALHA

ROBERTO ACRUCHE VISITA A BIBLIOTECA DO CIEP 470




23 h próximo a Rio de Janeiro


Presença ilustre em nossa Biblioteca, Ciep 470, do escritor e poeta, nosso amigo Roberto Pinheiro Acruche!

Quem Sou eu

Eu sou um caso,
um ocaso!
Eu sou um ser,
sem saber quem ser!
Eu sou uma esperança,
sem forças!
Eu sou energia,
ora cansada!
Eu sou um velho,
ora criança!
Eu sou um moço,
ora velho!
Eu sou uma luz,
ora apagada!
Eu sou tudo,
não sou nada!
Roberto P. Acruche

ESCREVA PARA MIM!

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