ROBERTO PINHEIRO ACRUCHE PROCLAMADO INTELECTUAL DO ANO DE 2014.

ROBERTO PINHEIRO ACRUCHE PROCLAMADO INTELECTUAL DO ANO DE 2014.

A LUA EM DIVERSOS ESTÁGIOS

´


LUA
  
A maré estava alta
Naquela noite de lua cheia
Destruiu marcas e juras
Que deixamos na areia.
Nos amamos com ternura
Num recanto a beira mar
De testemunha estava a lua
Lá do céu, a nos olhar.
Lua encantadora
Espalhe seu brilho prateado
Sobre a terra aqui distante
Encantando os namorados.
Quantas noites lindas oh... Lua,
Fiquei, te contemplando,
Sentado na calçada dos sonhos
O meu amor, esperando.
Numa noite de saudades
Cantei em lágrimas, uma canção;
Oferecendo a lua, lá no céu,
Meu solitário coração.
O dia amanheceu
O sol, apareceu brilhando;
A lua partiu, foi embora,
Deixando-me aqui, chorando.

                  Roberto Pinheiro Acruche








HOMENAGEANDO A NATUREZA- SÃO FRANCISCO DE ITABAPOANA/RJ






FOI UM SUCESSO

Conforme estava previsto, foi realizada hoje, dia 22/10/2016 no Museu Histórico de Campos dos Goytacazes, mais uma reunião da Academia Pedralva Letras e Artes, presidida pelo Acadêmico Roberto Pinheiro Acruche.Na pauta, a última etapa do 3º Seminário de Cultura da Academia que teve como palestrante o professor, pesquizador e Acadêmico Marcelo Sampaio. O tema da palestra foi "os 70 anos de vida dos compositores Aldir Blanc e João Bosco" O evento contou com a participação do músico Matheus Nicolau. Foi um grande sucesso; belo público presente; acadêmicos e acadêmicas, amigos, convidados, amantes da cultura, poetas, poetisas, trovadores e trovadoras, músicos e outros artistas. O presidente Roberto Pinheiro Acruche, no final, agradeceu e parabenizou o palestrante, homenageando-o com a e bela medalha, "honra ao mérito" pela coordenação do seminário, que foi dividido em quatro partes; a 1ª foi realizada em abril, com a paletra "centenário de nascimento do compositor Silas de Oliveira"; a 2ª em junho, com o escritor Fábio Botrel, que falou sobre os 80 anos do filme "Tempos Modernos", de Charlie Chaplin. A 3ª palestra foi ministrada pelo poeta e jornalista Aluysio Abreu Barbosa, com o tema "Centenáio de nascimento do poeta Manoel de Barros". Logo após o encerramento do SEMINÁRO foi servido Coffe Black. Em seguida os acadêmicos e poetas Carlos Augusto Souto de Alencar, Joel Mello e Ronaldo Junior abriram a exposição de poesias. Foi registrada a presença da atual Presidente da Seção da UBT de Campos dos Goytacazes, Neiva Fernandes e de Talita Batista, presidente eleita que tomará posse em 1º de janeiro de 2017, do Senador da Cultura Agostinho Rodrigues e do jovem e brilhante poeta Lucas Campista, que homenageou os presentes com uma das suas poesias. A Mesa foi formada pelo Presidente da Academia, Roberto Pinheiro Acruche, pelo acadêmico e jornalista Herbson Freitas, pelo vice-presidente da Academia, José Gurgel dos Santos, e após ser conduzido pelas acadêmicas Gleyde Costa e Marta Campista Codeço por indicação do Presidente Roberto Pinheiro Acruche o professor, pesquisador e acadêmico Marcelo Sampaio. 


ACADÊMICO MARCELO SAMPAIO E ROBERTO PINHEIRO ACRUCHE - PRESIDENTE DA ACADEMIA PEDRALVA

 COMPOSIÇÃO DA MESA
 PRESIDENTE ROBERTO ACRUCHE QUANDO FALAVA SOBRE O 3º SEMINÁRIO CULTURAL DA ACADEMIA PEDRALVA LETRAS E ARTES

ACADEMIA PEDRALVA REALIZA SEMINÁRIO

O Acadêmico Roberto Pinheiro Acruche estará presidindo no dia 22/10 importante reunião da Academia Pedralva Letras e Artes que estará acontecendo no salão do Museu Histórico de Campos dos Goitacazes na Praça São Salvador.

Na ocasião estará acontecendo a última etapa do 3º Seminário de Cultura - que terá como palestrante o Acadêmico Marcelo Sampaio.

A PEDRALVA que nesse ano de 2016, mais precisamente no dia 20 de fevereiro, completou 69 anos de se sua fundação, comemorados com brilhantes participações entre as quais da 9ª Bienal do Livro, inauguração da Praça Poeta Antônio Roberto Fernandes e da Praça do Trovador,  dos Jogos Florais de Campos dos Goytacazes, Cambuci e outros, realizou importantes  palestras, concorridas reuniões com a participação de seus acadêmicos e convidados, poetas, poetisas, trovadores e trovadoras, músicos, cantores e outros artistas, dando efetivamente, como já vem fazendo ao longo de  sua existência,  inestimável contribuição a cultura regional.

MOMENTOS DE INSPIRAÇÃO



TEU SORRISO


Não há como esquecer o teu sorriso,
Que vai comigo por onde eu andar!
É a imagem viva do Paraíso,
Estabelecida no meu olhar.

Teus lábios mexem com o meu juízo,
Deslumbram-me, levando-me a sonhar...
Tu és a confidência que eu preciso,
A minha poesia, o meu cantar.

Teus gestos de suave singeleza,
Teu corpo de exuberante beleza.
Incendeiam de vez a minha chama.

Mas o encanto que teu sorriso reflete,
Desaba como chuva de confete
Neste coração que tanto te ama

AMIZADE

AMIZADE

São tantas as comparações feitas
por poetas, pensadores e espíritas,
com relação a amizade
a sua importância, grandeza e valor;
que fica difícil saber qual delas
verdadeiramente configura, exprime,
desenha, caracteriza, demonstra, forma,
adapta, esboça, ou dela se aproxima.
A amizade pode ser tudo isso e muito mais:
“A amizade é uma Bênção Divina!”

Roberto Pinheiro Acruche

São Francisco de Itabapoana/RJ

MINHA CIDADE AMADA
                            Roberto Pinheiro Acruche
Não foram poucas as vezes que participando de congressos, seminários, encontros literários e outros eventos culturais, mesmo aqueles que aconteceram dentro do Estado, que me deparei com pessoas dizendo desconhecer o meu Município e curiosamente perguntavam: - Onde fica São Francisco de Itabapoana? Outros queriam saber mais; indagavam sobre a cultura, a economia, a população, os aspectos – desde o clima aos demais aspectos físicos do território. Não me constrangia pelo fato do desconhecimento, de não saberem da sua existência, mesmo quando este partia de uma autoridade constituída; ao contrário, me empolgava porque surgia daí a oportunidade para falar da minha terra; e orgulhosamente propagar a sua grandeza, a sua história, a sua vocação, a altivez de sua gente e o coração forte do sertanejo, aquele que plantou, resistiu todas as intempéries e construiu a base para a sua emancipação. E começava dizendo: São Francisco de Itabapoana fica no norte do Estado do Rio de Janeiro, na divisa com o Estado do Espírito Santo. A minha terra faz parte de importante momento da história do Brasil, a iniciar pelo processo de colonização; foi palco de instalação da Capitania de São Thomé; e no ano de 1538 foi fincada a sua sede nas proximidades do Rio Managé, hoje denominado de Rio Itabapoana onde Pero de Góis instalou a Vila da Rainha, o primeiro núcleo habitacional; edificando uma capela, moradas, casas de colonos, e após, vasta plantação de canas de açúcar seguida da construção de engenhos para a sua industrialização. Assim o Município ostenta o título de pioneiro regional, onde se iniciou todo o movimento de colonização e ocupação da região norte e noroeste fluminense, onde se plantou as primeiras canas de açúcar no Estado; lugar em que foi construído o primeiro engenho e iniciada a indústria açucareira regional; onde foram criados os primeiros bovinos; transitaram os primeiros carros de bois, que tiveram um papel extremamente importante em todas as transformações, assim como foi no Brasil, durante séculos utilizados para o transporte de madeiras, produtos da terra, na construção de engenhos, vilas, no estabelecimento dos primeiros domínios rurais, na exploração das riquezas florestais, no transporte da riqueza econômica, senão até, em toda a nossa evolução social. Com mil cento e dezessete quilômetros quadrados de extensão territorial, magníficas praias, comprovadamente de águas de elevado índice medicinal, que vão desde a histórica Ilha da Convivência na foz do Rio Paraíba do Sul até a foz do Rio Itabapoana, sendo o mais extenso litoral da região. A sua extraordinária flora (onde inclusive está situada a maior reserva de mata atlântica de tabuleiro do Estado) está sempre surpreendendo com a descoberta de novas e raras espécies, tal qual a fauna, rica, com um conjunto de naturezas bastante característico com o seu meio ambiente, constituído de mar, rios, inúmeras lagoas, magnífico manguezal (bastante preservado, medindo duzentos quilômetros quadrados de extensão), matas, vasta planície e a sua maior elevação o Morro do Mico com duzentos e quatro metros de altitude. A economia é diversificada, formada pela pecuária leiteira e de corte; pesca; mineração de areias raras (de onde é extraída a ilmenita, zirconita, rutilo e monazita); o turismo vem se constituindo num seguimento importante no contexto; o comércio se expande aceleradamente; pequenas unidades de produção são frequentemente instaladas; e principalmente a agricultura, esta, bastante significativa e variada; além da modernização, de novas técnicas de plantio que vão sendo adotadas, mantém ainda por meio de alguns agricultores, aspectos tradicionais herdados da determinação e coragem dos seus ascendentes, valorosos e destemidos sertanejos. A cultura municipal é advinda da tradição indígena, dos índios goitacás, seus primeiros habitantes; tem ainda fortes laços e inspiração com modelos típicos da África negra, entre os quais a dança do jongo, uma das mais ricas manifestações da cultura afro-brasileira. Originário dos batuques e danças de roda trazidos do Congo e de Angola pelos negros cativos, dos quais nasceram e vivem no município muitos descendentes. Outros costumes, crenças, lendas, contos e conhecimentos, advindos dos seguimentos citados, vieram do mesmo modo dos colonizadores como exemplo: a Folia de Reis uma festa religiosa de suas origens e as Quadrilhas Juninas de origem européia também trazida pelos portugueses; e mais tarde outros europeus e imigrantes libaneses que instituíram uma expressiva colônia, formada por várias famílias que se enraizaram por toda região, sendo as mais conhecidas: Abílio, Mansur, Acruche, Rachid, Nasser, Alexim, Cherene, Gantos, Simões e Mayiehofer.
As tradições sanfranciscana, as pessoas que contribuíram dando de si em favor da municipalidade, as figuras ilustres e outras que repousam em seus berços eternos, construíram uma história bonita, que proporciona orgulho e envaidece; cheia de lembranças e de saudades.
“Em suas noites estreladas os violeiros tocando, poetas fazendo versos, repentistas desafiando; os bailes de sanfona, quanta alegria, que festa, o pandeirista e o sanfoneiro formando a grande orquestra; os cordões carnavalescos a rivalidade entre eles, a dança da Mana Chica; os navios no porto do Itabapoana, a feira de Gargaú, a fábrica Tipity e tantas outras... São inesquecíveis!”
Minha terra tem vocação pela grandeza, sua beleza a de sempre resplandecer; suas praias; seus campos; sua floração colorida; a sua gente hospitaleira e trabalhadora, com criatividade e espontaneidade natural não param de buscar o progresso; minha terra, cada dia que passa fica mais bela, as crianças nas escolas, a educação evoluindo, a juventude mais culta, o povo mais feliz.
Seu pioneirismo não está somente no passado, mais ainda nos dias atuais, passou a ostentar recentemente a instalação em seu território do primeiro parque de geração de energia eólica do sudeste do Brasil.

Esta é a minha Cidade Amada, São Francisco de Itabapoana, onde o sol brilha mais o ano inteiro, estrela de grandeza reluzente do Estado do Rio de Janeiro.

ROBERTO PINHEIRO ACRUCHE É HOMENAGEADO COM A MEDALHA "CAPITÃO MANOEL THEODORO DE ALMEIDA BATISTA

O escritor, historiador, acadêmico, delegado da UBT e presidente da Academia Pedralva Letras e Artes, ROBERTO PINHEIRO ACRUCHE,, de São Francisco de Itabapoana-RJ, recebeu da ASSOCIAÇÃO DOS EX-COMBATENTES DO BRASIL, neste 07/09/2016, DIPLOMA e a honrosa e cobiçada MEDALHA, "CAPITÃO MANOEL THEODORO DE ALMEIDA BATISTA" (heroi nacional), por relevantes serviços prestados...Homegem que ficará marcada eternamente em sua vida.


ESCRITOR SANFRANCISCANO FAZENDO SUCESSO EM TODO BRASIL.
Bruna Santos
Bscvdesign
Parabéns Roberto Pinheiro Acruche pelo lindo conto que te prestigiou no Rio de Janeiro e no brasil, muito lindo !!


A lenda da Bailarina Ana
Autor: Bruna Santos C. Mattos
Orientador: Jofre da Silva
Projeto fotográfico baseado na lenda da Bailarina Ana, de Roberto Pinheiro Acruche, realizado na Floresta da Tijuca, Rio de Janeiro.
Modelo: Fernanda Monteiro
O projeto:
Como o ponto inicial do projeto é mostrar o lado místico da Floresta, foram pesquisados textos e lendas para embasá-lo. Até que a lenda “A lenda da Bailarina Ana” fosse a escolhida para basear o ensaio, em conjunto com a trova de mesmo nome que a resume.
Esta lenda representa bem o tema proposto, da magia e misticismo, por trabalhar tanto com o lado delicado do balé clássico, quanto o lado fantasmagórico, como se a bailarina nunca tivesse abandonado a floresta, mesmo após a morte.
Resumo da lenda:
Segunda a lenda de Roberto Pinheiro Acruche, Ana era uma menina do interior, que morava em uma fazenda com uma grande floresta em seus arredores, que não teve nenhuma formação no balé clássico, porém se tornou uma bailarina famosa. Com apenas os treinamentos solitários pela floresta, ela realizava os movimento do balé com delicadeza e perfeição de todas as técnicas que nunca estudou. Sua habilidade despertou a inveja das outras bailarinas que estudaram por anos e não conseguiram a fama que Ana possuía. Um dia Ana foi treinar na floresta, seu local preferido, mas nunca retornou. Como medida desesperada, seus pais mandaram derrubar todas as árvores para encontrar a filha, ficando
assim um imenso descampado por muitos anos. Até que, depois de muito tempo, nasceu na floresta uma árvore com o formato de uma bailarina executando um dos passos do balé clássico, o que era a maneira da floresta eternizá-la.
Autor da lenda: http://robertoacruche.blogspot.com.br/…/lenda-da-bailarina-…

Especificações:
O projeto fotográfico consiste em 20 fotografias da bailarina pela floresta, onde, na exposição, cada fotografia é coberta com papel vegetal, formando uma aba a ser levantada, como uma capa translúcida que foi impressa com um trecho da trova relacionado à foto. Todas as fotografias, com suas respectivas abas, devemser penduradas com barbante, seguindo a ordem da canção. Essa "capa" garantirá a narrativa e
guiará o expectador, além de criar um mistério, cobrindo parcialmente a fotografia. Assim, o público terá que chegar perto, ler o trecho da música referente à lenda, levantar a aba de papel vegetal e só depois analisar a foto. Um processo que criará um ar místico, misterioso e induzirá o expectador a desvendar a foto, A lenda da bailarina Ana.
A chuva caia fina e persistente, era uma tarde de sábado em plena primavera; o clima era agradável; e pela vidraça da janela avistava-se…
ROBERTOACRUCHE.BLOGSPOT.COM
ESCRITOR SANFRANCISCANO FAZENDO SUCESSO EM TODO BRASIL.
Bruna Santos
Bscvdesign
Parabéns Roberto Pinheiro Acruche pelo lindo conto que te prestigiou no Rio de Janeiro e no Brasil, muito lindo !!

 Bruna Santos C. Mattos
Orientador: Jofre da Silva
Projeto fotográfico baseado na lenda da Bailarina Ana, de Roberto Pinheiro Acruche, realizado na Floresta da Tijuca, Rio de Janeiro.
Modelo: Fernanda Monteiro
O projeto:
Como o ponto inicial do projeto é mostrar o lado místico da Floresta, foram pesquisados textos e lendas para embasá-lo. Até que a lenda “A lenda da Bailarina Ana” fosse a escolhida para basear o ensaio, em conjunto com a trova de mesmo nome que a resume.
Esta lenda representa bem o tema proposto, da magia e misticismo, por trabalhar tanto com o lado delicado do balé clássico, quanto o lado fantasmagórico, como se a bailarina nunca tivesse abandonado a floresta, mesmo após a morte.
Resumo da lenda:
Segunda a lenda de Roberto Pinheiro Acruche, Ana era uma menina do interior, que morava em uma fazenda com uma grande floresta em seus arredores, que não teve nenhuma formação no balé clássico, porém se tornou uma bailarina famosa. Com apenas os treinamentos solitários pela floresta, ela realizava os movimento do balé com delicadeza e perfeição de todas as técnicas que nunca estudou. Sua habilidade despertou a inveja das outras bailarinas que estudaram por anos e não conseguiram a fama que Ana possuía. Um dia Ana foi treinar na floresta, seu local preferido, mas nunca retornou. Como medida desesperada, seus pais mandaram derrubar todas as árvores para encontrar a filha, ficando
assim um imenso descampado por muitos anos. Até que, depois de muito tempo, nasceu na floresta uma árvore com o formato de uma bailarina executando um dos passos do balé clássico, o que era a maneira da floresta eternizá-la.
Autor da lenda: 
Especificações:
O projeto fotográfico consiste em 20 fotografias da bailarina pela floresta, onde, na exposição, cada fotografia é coberta com papel vegetal, formando uma aba a ser levantada, como uma capa translúcida que foi impressa com um trecho da trova relacionado à foto. Todas as fotografias, com suas respectivas abas, devemser penduradas com barbante, seguindo a ordem da canção. Essa "capa" garantirá a narrativa e
guiará o expectador, além de criar um mistério, cobrindo parcialmente a fotografia. Assim, o público terá que chegar perto, ler o trecho da música referente à lenda, levantar a aba de papel vegetal e só depois analisar a foto. Um processo que criará um ar místico, misterioso e induzirá o expectador a desvendar a foto, A lenda da bailarina Ana.

Bruna Santos
Bscvdesign

NO CIEP 470 - LITERATURA E MEIO AMBIENTE

O convite para participar deste projeto, proporcionou-me na manhã do dia 11/07/2016, momentos de extrema alegria! Deixando-me lisonjeado, honrado, feliz e muitíssimo grato. Pois, fazer palestra para a nossa juventude, relatar a nossa história, a história de nossa terra São Francisco de Itabapoana e ainda ouvir esses jovens declamando a nossa poesia, cantar o hino oficial do Município, foi emocionante. Agradeço a Direção do CIEP 470, professores, o Diretor de Cultura Edson Martins, a todos que compõe o quadro de servidores na Biblioteca da Escola.

Com os responsáveis pela biblioteca, momento que a presenteava com um livro de poesias.
Ouvir os alunos cantando o Hino Oficial do Município, foi um momento de muita emoção!
Um belo presente do aluno IURY, artista nato, que fez a minha caricatura. Emocionante!
Com a professora de português!
DURANTE A PALESTRA
QUANDO ENTREGAVA A UMA ALUNA O LIVRO QUE CONTA A HISTÓRIA DA CONSTRUÇÃO DA IGREJA DE SÃO FRANCISCO DE PAULA E DO PADROEIRO.

Escritor e poeta Roberto Acruche com alunos do Ciep que cantaram o hino oficial de São Francisco de Itabapoana de autoria do escritor!



 Encantador - as estrofes do Hino Oficial do Município em cada uma das mudas expostas sobre a mesa.
 Autografando a antologia para a Biblioteca do CIEP
Na entrada da Biblioteca as árvores desenhadas na vitrine sustentando as estrofes do Hino Oficial de São Francisco de \Itabapoana.  (foi de arrepiar)
Alunos que declamaram minha poesia.

Quem Sou eu

Eu sou um caso,
um ocaso!
Eu sou um ser,
sem saber quem ser!
Eu sou uma esperança,
sem forças!
Eu sou energia,
ora cansada!
Eu sou um velho,
ora criança!
Eu sou um moço,
ora velho!
Eu sou uma luz,
ora apagada!
Eu sou tudo,
não sou nada!
Roberto P. Acruche

ESCREVA PARA MIM!

rpacruche@gmail.com
Visitas

free counter
Orbitz Cheap Ticket

Visitantes Online