ROBERTO PINHEIRO ACRUCHE PROCLAMADO INTELECTUAL DO ANO DE 2014.

ROBERTO PINHEIRO ACRUCHE PROCLAMADO INTELECTUAL DO ANO DE 2014.

MÃOS

MÃOS

Ah! Maldita é a mão que te acaricia,
que te consola, a que te submetes.
Mau grada é a mão que te asfixia,
que te agride e que tanto te entristeces.

Minha mão que te pertenceu um dia,
que te mimava, jogava confetes...
Que te envolvia e que te protegia...
Não suporta os despeitos que refletes.

Quando vejo nos meus sonhos sofridos
tua imagem submetida a outro,
eu escutando os teus gemidos...

Que me martirizam e me deixam louco
e dentro do peito bem comprimidos,
ciúmes que me matam, pouco a pouco.

Roberto P. Acruche


ENCANTO


ENCANTO

Esta poesia que fiz somente para ti

leva em cada palavra um beijo carinhoso,

em cada verso o amor que sinto e é todo teu.

Busco nas estrelas e não encontro o brilho

que vejo em teus olhos.

Olho o luar e não vejo a beleza que tem a tua face.

Não tem o sol o mesmo calor que sinto em teus braços

e nem a brisa a suavidade de tua pele.

Quisera colocar em cada letra o perfume das rosas

para que pudesses sentir o aroma que exala

do jardim que plantei no coração.

Nosso encontro foi perfeito,

a música que só nós ouvimos

ainda está sonorizada em meus sentidos

e o coração ainda bate com a mesma emoção

vibrando forte dentro no peito.

Roberto Pinheiro Acruche

DESCOMPASSO


DESCOMPASSO

Via-te passar, minha linda flor!
Graciosa, seguia em lerdos passos,
deixando meu coração sonhador
sacudindo no peito em descompasso.

Faze de mim, agora, o teu amor...
Agasalha-me com forças em teus braços;
deixa-me abrasar-me com teu calor,
bendizendo os teus beijos e teus traços.

Venha, quero ficar bastante louco,
não vou querer me contentar com pouco,
desejo-te assim, totalmente nua...

Arranque esta veste que te compõe,
livra de tudo que te sobrepõe...
E me exponha esta beleza que é tua.


Roberto Pinheiro Acruche

Quem Sou eu

Eu sou um caso,
um ocaso!
Eu sou um ser,
sem saber quem ser!
Eu sou uma esperança,
sem forças!
Eu sou energia,
ora cansada!
Eu sou um velho,
ora criança!
Eu sou um moço,
ora velho!
Eu sou uma luz,
ora apagada!
Eu sou tudo,
não sou nada!
Roberto P. Acruche

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