ROBERTO PINHEIRO ACRUCHE PROCLAMADO INTELECTUAL DO ANO DE 2014.

ROBERTO PINHEIRO ACRUCHE PROCLAMADO INTELECTUAL DO ANO DE 2014.

LUZ DOS MEUS SONHOS - POESIA


LUZ DOS MEUS SONHOS

A luz dos meus sonhos

tem um esplendor inigualável!

A luz dos meus sonhos

tem um brilho de tamanha intensidade;

que nem sei, de verdade,

como dimensioná-la.

A luz dos meus sonhos é assim:

Uma obra-prima!

A luz dos meus sonhos é Divina!

Roberto P. Acruche

IMENSO AMOR - POEMA


IMENSO AMOR

Quanto mais me envolvo,

mais quero.

Quanto mais tenho, mais desejo.

Quanto mais dou, mais ambiciono dar.

É um amor tão profundo

maior que o mundo

infinito como o universo.

Roberto P. Acruche

FAVELA - POEMA


FAVELA


Favela
Aquarela
Vida Amarela
No Morro ou na Periferia
Ora é alegria
Ora e tristeza,
Fome, pobreza...
Ora é realeza!

Gente que com esperteza
Dribla a sorte
Escapa da Morte
Tem que ser forte
Faz carnaval!
Favela
Festival...
De sonhos e esperança
Mesmo quando não alcança
Vencer o carnaval.

Favela...
Do bem e do mal
Onde se faz poesia
Da pobreza e da tristeza
Transformando em alegria
A triste realidade
Com tanta verdade

Que aonde ninguém queria viver
E vive sem querer
Precisa viver
Pra vida vencer
E não deixar morrer
Os sonhos, a esperança,
E como tal
O Carnaval.

Roberto P. Acruche

RITA - POEMA



Rita

Você era tão bonita...

De uma beleza sem igual.

Eu, como tal,

Encantado com a sua silhueta

Retratava na memória

Você vestida de azul...

De um azul que cintilava

Como o céu na sua mais fascinante imagem.

Lembro-me ainda de quanta bobagem

O tempo que desperdicei

Por não ter coragem

De revelar pra você a minha fascinação.

Não mereço perdão!

Devia castigar-me

Por ter sido tão covarde.

Talvez fosse a idade

Talvez a timidez

Só sei que a perdi de vez

Perdi você Rita, que era tão bonita,

Pra alguém que sequer merecia o seu olhar.

E você olhou

Apaixonou-se

Entregou-se

E se acabou na desventura

Acreditando naquela criatura

Que não soube amá-la

Não soube respeitá-la

Acabando por entregá-la

Ao desgraçado mundo da ilusão.

Dói-me o coração

De vê-la tão descuidada

Desiludida, acabada, desfigurada,

Como não existisse mais nada...

Ou razão pra viver.

Ah! Rita, você era tão bonita!...

Roberto P. Acruche

VIRGINIA - POEMA


VIRGINIA


O telefone tocou

e uma voz inconfundível,

macia, suave...

Deixando traduzida a emoção que sentia

revelava-me naquele instante

e eu percebia, mesmo distante,

o desejo de Virgínia.

Surpreso, mas deixando-me encantar

e levar-me pelo amável convite,

aceitei o anseio manifestado e fui levado

pela graça e pela busca do prazer.

Fui ver!

E encontrei Virginia,

aparentemente calma, mas ansiosa!

Recebeu-me com um abraço!

Fui levado para dentro do espaço

reservado do seu lar.

Talvez, pela timidez,

quem sabe, até por ser a primeira vez

que ficávamos tão sós e tão perto,

buscávamos assuntos que por certo

disfarçavam o que realmente queríamos

e onde desejávamos chegar.

Nossos olhares se cruzavam

e o brilho de nossos olhos se refletia;

falamos de poesia

dos amores vividos

dos tempos idos
dos entes queridos

numa desfaçatez perceptível

fazendo prolongar um encontro

que não queríamos que acabasse

sem que houvesse o enlace

de nossos desejos retidos.

Mais tarde, depois de refletido,

de vencermos as sensações contidas

ela veio vestida

numa camisola longa, preta,

revelando sua silhueta,

abraçando-me com fervor.

Despojou-se ardentemente

todo seu desejo de amor!

Deixou escorregar pelos ombros

as alças que sustentavam

o tecido sedoso de sua veste;

permitindo ir ao chão o que lhe cobria,

expondo de vez o que escondia...

Seu corpo, sua abrasadora vontade de ser tocada,
de ser amada,
de suspirar de prazer.

Caminhou despida,

num andar insinuante,

revelando seu corpo nu;

e debruçou na primeira parede

deixando que ali matasse minha sede;

iniciando o deleite de sentir sua pele,

seus contornos e o fervor

emitidos de suas artérias.

O colchão que estava nos esperando

não foi aquele que deitamos

e nem sequer assistiu

aquilo que o outro viu

entre nós acontecer

antes do amanhecer.

Virginia!

Como foi bom te conhecer...

Que prazer!


Roberto P. Acruche

NINGUÉM RELATA O VERDADEIRO HISTÓRICO!

Muitos falam sobre reeinício das obras da ponte sobre o Rio Paraiba do Sul ligando São João da Barra/São Francisco de ItabapoanRJ; em São Francisco anuncia-se novas obras, mas ninguém relata o seu histórico, de quem partiu a ideia, a iniciativa, quem planejou, etc.

CORPUS CHRISTI

Nem as chuvas conseguiram apagar os ânimos a impedir as comemorações de Corpus Christi em São Francisco de Itabapoana. Uma multidão, vinda de várias localidades do Município, integrou com os cidadinos para confeccionar os tapetes, por grande extensão da principal avenida. Além do concurso, o III realizado; grandiosa e bonita queima de fogos, procissão, missa, houve a entrega dos prêmios aos vencedores do concurso, divido em três categorias; temáticas bíblicas e religiosas; campanha da fraternidade2010; retrato e paisagem; sendo premiados os 1º, 2º e 3º lugares em cada categoria. O Padre Lucas Mendes de Oliveira durante as solenidades, agradeceu a participação de todos. Roberto Acruche, que durante anos assiste este tradicional acontecimento de fé, integrou, mais uma vez, a equipe de jurados. É bom ressaltar que a cada ano, crescem o número de tapetes, consequentemente de participantes, assim como o aperfeiçoamento da arte apresentada.








DATA DE NASCIMENTO DO GRANDE POETA ANTONIO ROBERTO FERNANDES E LEMBRADA COM ENCONTRO DE POESIAS

O senador da cultura do Estado do Rio de Janeiro; Acadêmico e Poeta Agostinho Rodrigues e a Trovadora Neiva Fernandes, reuniram em sua residência na cidade de Campos dos Goytacazes, na noite de 31 de maio, data de nascimento do saudoso poeta Antônio Roberto Fernandes, um grupo de poetas, poetizas, acadêmicos, músicos, cantores e cantoras, para uma noite de poesia em homenagem ao inesquecível poeta Antônio Roberto. Várias de suas poesias foram declamadas, entre outras, que foram musicadas pelo cantor, compositor e músico Geraldo Linhares. Momento de saudade, de lembrança. Um bolo de aniversário marcou o encontro, quando a oração do Pai Nosso foi em alta voz elevada por todos os presentes que neste momento ficaram de mãos dada. Antônio Roberto Fernandes, além de grande poeta, foi amigo, insentivador, líder, professor de um grupo que se reunia semanalmente no "Café Literário"por ele conduzido.
Roberto Acruche,Thelmo Albernaz e Neiva Fernandes.
Roberto, Thelmo, Neivas entre poetas e poetisas












O extraordinário declamador Manoel Junqueira


Aparecida e Manoel Junqueira
Estiveram presentes, entre outros, Berenice, a cantora Jeane Viterbo, a poetiza e cantora Gleydes, o poeta Celso, o poeta e acadêmico Aldiney com a esposa, e o cantor Gildo.

Quem Sou eu

Eu sou um caso,
um ocaso!
Eu sou um ser,
sem saber quem ser!
Eu sou uma esperança,
sem forças!
Eu sou energia,
ora cansada!
Eu sou um velho,
ora criança!
Eu sou um moço,
ora velho!
Eu sou uma luz,
ora apagada!
Eu sou tudo,
não sou nada!
Roberto P. Acruche

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