ROBERTO PINHEIRO ACRUCHE PROCLAMADO INTELECTUAL DO ANO DE 2014.

ROBERTO PINHEIRO ACRUCHE PROCLAMADO INTELECTUAL DO ANO DE 2014.

ROBERTO ACRUCHE FAZENDO TROVAS E POESIAS



MARI
Autor: Roberto P. Acruche
Quando caminhávamos
De mãos unidas
Pelas ruas e enamorados
Éramos dois corações apaixonados,
Ainda sem conhecermos as volúpias do amor!
Beijamo-nos, e foi o primeiro beijo,
Talvez o primeiro desejo
Insinuando tantos outros.
Como foi doce e gostoso!
Ela tinha mel nos lábios
Açúcar em sua boca.
Mas ainda não conhecíamos as volúpias
loucas do amor!
Abraçava-nos...
E como eram bons os nossos abraços!
Sentia o seu corpo ainda de menina...
Às vezes trêmula de emoção,
As batidas de seu coração,
Os suspiros, demonstrando seus primeiros desejos,
Que acabavam sufocados pelos beijos,
Cada vez mais doces e prolongados.
Éramos assim:
Cheios de ternura,
Apaixonados, enamorados!
Ainda não havíamos descoberto as volúpias
loucas do amor!
Trocávamos carinhos...
Ela carinhosamente
Delicada e suavemente
Tocava-me o peito
Com as pontinhas dos dedos.
Prazerosamente deixava que continuasse
A descobrir o meu corpo.
Quis retribuir o gesto,
Mas confesso:
Com medo que viesse a rejeitar,
Abracei-lhe pra disfarçar meu desejo
E mais uma vez o beijo
Sufocou os nossos primeiros anseios.
Começávamos a descobrir as volúpias
loucas do amor!
Em nova troca de carinhos
Toquei seus seios devagarzinho
Deixando-a sentir minhas mãos
Cobrir o seu peito.
Olhou-me, com um olhar mais aberto,
Talvez assustado, espantado,
E diante de nossos olhares trocados
Deu um sorriso leve,
Com os lábios trêmulos;
Fechou os olhos, cingiu-me em seus braços,
Beijou-me com ternura
Entrelaçamo-nos em abraços
Confiou-me o seu sonho
Com o rosto risonho...
E nos entregamos conscientemente
Sentindo um agradável arrepiar,
Que nos trouxe à tona o sabor...
De descobrirmos juntos...
As volúpias loucas do amor!

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Quem Sou eu

Eu sou um caso,
um ocaso!
Eu sou um ser,
sem saber quem ser!
Eu sou uma esperança,
sem forças!
Eu sou energia,
ora cansada!
Eu sou um velho,
ora criança!
Eu sou um moço,
ora velho!
Eu sou uma luz,
ora apagada!
Eu sou tudo,
não sou nada!
Roberto P. Acruche

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