ROBERTO PINHEIRO ACRUCHE PROCLAMADO INTELECTUAL DO ANO DE 2014.

ROBERTO PINHEIRO ACRUCHE PROCLAMADO INTELECTUAL DO ANO DE 2014.

SENTIMENTOS DE SAUDADE, SUPERAÇÃO, VITÓRIA E FELICIDADE


Nesta tarde noite de sábado, 12 de setembro de 2015 às 18,20h, chegando a casa, após um dia inteiro de muito trabalho, senti imensa vontade de rever algumas fotos antigas, documentos, enfim alguns registros que tenho do passado, rememorando desde a infância quando em São Francisco sequer tínhamos ruas, apenas a estrada da linha, trilha dos carros de bois, a estrada para gargaú, quase sempre esburacada, hoje Av. Vereador Edenites da Silva Viana; recordo muito do trecho, que começava em frente à casa do Sr. Joaquim da Mota Sobrinho, que ficava onde está agora o Cartório Único, que ia até o valão da lagoa do salgadinho, quando chovia abria uma valeta no centro, e assim ficava por longo tempo; recordo ainda das casas que serviam de escolas, uma delas já foi demolida há muito tempo e a outra está praticamente destruída, telhado caído, em ruínas; naquela época não existia nenhum prédio público... E vendo fotos, documentos e outros objetos que traduzem uma longa história de muito trabalho, sacrifício, lutas, conquistas, mas também de renúncias, sofrimentos, decepções, injustiças, ingratidões, amarguras, humilhações e dor. Avaliando todo o desenrolar conclui que me dediquei muito mais as buscas e realizações de interesses coletivos, público do que aos de minha própria vida. Tudo isso me compara a um idealista nato,  que não desiste de alcançar os objetivos, que não para de sonhar e tentar realizá-los. Muitos tentaram me abater, me afastar dessa luta, outros ainda continuam tentando empanar e impedir a minha trajetória; mas essa é uma missão cujo fim é a vitória ou a morte, não posso parar. Os que me conhecem, que acompanharam e ainda acompanham os passos da minha vida, sabe o quanto me dediquei e lutei pelos ideais e anseios da municipalidade, mesmo com prejuízos de meus interesses pessoais e quanto me custou cara esta caminhada, essa abnegação, esse devotamento. Enfim, a mais de três horas vivendo essas recordações acabei envolvido pela emoção e até chorar, tomado por uma mistura de sentimentos, especialmente de saudade, superação, vitórias e felicidade por jamais deixar-me corromper. 

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Quem Sou eu

Eu sou um caso,
um ocaso!
Eu sou um ser,
sem saber quem ser!
Eu sou uma esperança,
sem forças!
Eu sou energia,
ora cansada!
Eu sou um velho,
ora criança!
Eu sou um moço,
ora velho!
Eu sou uma luz,
ora apagada!
Eu sou tudo,
não sou nada!
Roberto P. Acruche

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